
04/02/2025
Apesar da alta nos preços dos insumos, o custo da energia solar para residências ficou 3% mais barato no quarto trimestre de 2024, caindo de R$ 2,53 para R$ 2,46 por Watt-pico (Wp), em comparação ao trimestre anterior. Os dados são do Radar, indicador trimestral produzido pela Solfácil, ecossistema voltado a soluções solares na América Latina.
De acordo com o documento, a principal razão para a queda nos valores foi a necessidade dos integradores, que fazem a ponte entre a distribuidora de equipamentos e o cliente, de manterem-se competitivos em um mercado cada vez mais disputado. Muitas empresas se viram forçadas a adotar essa conduta para atrair clientes. Além disso, negociações prolongadas dificultaram o repasse dos custos mais altos para os consumidores.
“Os integradores enfrentam um cenário desafiador, em que manter preços competitivos é crucial para não perder mercado. Essa dinâmica tem beneficiado os consumidores, que continuam acessando sistemas de energia solar a preços mais acessíveis, mas afeta a rentabilidade do setor”, afirma Fabio Carrara, CEO e fundador da Solfácil.
Quase todos os estados do país registraram queda no preço da energia solar. Paraná e Tocantins lideraram o ranking, ambos com uma redução de 7%, seguidos do Rio de Janeiro e do Piauí, que tiveram queda de 6%; enquanto São Paulo, Acre, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul registraram quedas de 5%. Espírito Santo (-2%), Sergipe (-2%), Amapá (-1%) foram os únicos estados a registrar aumento nos preços médios.
O Centro-Oeste se mantém como a região mais acessível para a instalação de energia solar no Brasil, com o custo médio de R$ 2,36 por watt-pico (Wp), uma redução de 2% em relação ao trimestre anterior. Na sequência, o Sul aparece com R$ 2,44 (Wp), após queda d
O Sudeste, por sua vez, registrou R$ 2,48 (Wp), acima da média nacional, apesar de uma redução de 3%. Já o Nordeste marcou R$ 2,45 (Wp), também com queda de 2%. A região Norte desponta como a mais cara para projetos solares, com R$ 2,60 (Wp), mesmo após recuo de 4% no período.
Em 2025, o cenário deve ser diferente. É possível que mudanças tributárias elevem significativamente o preço dos equipamentos e isso impacte os valores finais ao consumidor.
Fonte: CicloVivo
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