UERJ UERJ Mapa do Portal Contatos
Menu
Home > Atualidades > Notícias
Plástico japonês se dissolve na água do mar em horas

17/06/2025

Um novo tipo de plástico, desenvolvido por cientistas no Japão, despertou grande interesse da indústria de embalagens por sua capacidade de se degradar rapidamente na água do mar. A inovação atraiu a atenção devido ao seu potencial de reduzir significativamente o impacto ambiental do lixo plástico.
O material se decompõe em apenas duas ou três horas, dependendo de sua espessura e tamanho, transformando-se em compostos nutritivos para bactérias oceânicas. Essa solução promissora pode contribuir de forma importante para diminuir a poluição marinha. Segundo o portal Good News Network, a quantidade estimada de resíduos plásticos nos oceanos chega a 3.000%.
A pesquisa foi realizada em um laboratório na cidade de Wako, próximo a Tóquio. Os cientistas utilizaram dois monômeros iônicos para formar uma ligação salina na base do novo polímero plástico. Embora mantenha resistência e flexibilidade comparáveis às dos plásticos convencionais derivados de petróleo, o material se dissolve rapidamente ao entrar em contato com a água salgada do oceano, devido à sua alta sensibilidade ao sal.
O desenvolvimento é fruto de uma parceria entre o RIKEN Center for Emergent Matter Science e a Universidade de Tóquio. Embora ainda não haja planos definidos para a comercialização do novo plástico, os pesquisadores já receberam manifestações de interesse de representantes do setor de embalagens.
Além de não ser tóxico nem inflamável, o plástico também não emite CO₂. Diferentemente das garrafas e embalagens plásticas convencionais, ele não libera produtos químicos ou microplásticos no corpo humano.
Outro benefício é sua degradação em solos: devido à presença de pequenas quantidades de sódio na maioria dos tipos de solo ao redor do mundo, o plástico também se decompõe em poucas semanas quando enterrado.
“Como as crianças não podem escolher o planeta em que viverão, é nossa responsabilidade, como cientistas, garantir que deixemos o melhor ambiente possível para elas”, afirmou Takuzo Aida, líder da equipe de pesquisa.

Fonte: CicloVivo

Novidades

Filhotes de capivara que chegaram ao BioParque do Rio terão que ser devolvidos à natureza

26/03/2026

O BioParque do Rio bateu bumbo com a chegada de dois filhotes de capivara encontrados em situação de...

Presos por espancar capivara no Rio são os primeiros do país enquadrados no Decreto Cão Orelha; multa imposta é de R$ 20 mil

26/03/2026

Os seis homens presos por agredir com barras de ferro e pedaços de madeira uma capivara na madrugada...

Jeitinho brasileiro: cachorros ganham ‘espaço da fofoca’ em Angra dos Reis; vídeo

26/03/2026

Que cachorro gosta de uma fofoca todo mundo sabe: quem nunca passou na rua e viu algum cachorro só o...

Só 3% dos rios da Mata Atlântica têm qualidade de água boa

26/03/2026

A qualidade da água dos rios da Mata Atlântica continua precária, sem apresentar sinais consistentes...

Ambev plantou 3 milhões de árvores em áreas de estresse hídrico

26/03/2026

No dia 23 de março, um dia depois que o mundo celebra o Dia da Água, a Ambev reuniu parceiros e repr...

COP15: Onça-pintada cruza países sem perceber fronteiras e vira destaque em debate internacional

26/03/2026

A onça-pintada, maior felino das Américas e conhecida por percorrer dezenas de quilômetros em poucos...