
30/06/2026
Nem sempre as armadilhas das plantas carnívoras são óbvias e visíveis como a boca de uma Nephentes ou as garras de jaula da famosa dionaea ou apanha-moscas, uma das espécies mais conhecidas no Brasil.
Suas artimanhas também podem aparecer na forma de um ´belo orvalho´ – que, na verdade, é uma cola – ou até mesmo na de um ´abrigo´ debaixo da terra ou da água, que, de repente, pode sugar as presas.
As capturas das plantas carnívoras também vão muito além dos insetos: algumas podem comer larvas, vermes, protozoários, sapos e até roedores ou pássaros mais distraídos.
A síndrome carnívora se desenvolveu como um mecanismo de sobrevivência de plantas localizadas em ambientes com solo pouco fértil, explica Julio Santiago, mestrando em Ecologia, Conservação e Manejo da Vida Silvestre da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Os insetos, contudo, são uma fonte complementar de nutrientes, e não a principal.
"A principal fonte de energia das plantas carnívoras ainda é o sol, pois, assim como a maioria das plantas, elas fazem fotossíntese", ressalta o professor Paulo Gonella, da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ).
Os insetos servem, na verdade, para complementar nutrientes que existem em pouca quantidade no solo onde vivem as plantas carnívoras, como o nitrogênio e o fósforo.
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