
13/08/2026
Uma aranha-lobo, também conhecida no Brasil como aranha-de-jardim ou aranha-de-grama, foi fotografada no gramado do Aterro do Cocotá, na altura da Rua Pajuçara, na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio. A espécie pertence à família Lycosidae e pode ser encontrada em áreas com vegetação, onde costuma caçar diretamente no solo.
A identificação é marcada pelo padrão de listras escuras e claras no cefalotórax, parte anterior do corpo da aranha, além do comportamento típico de permanecer entre a grama e outras plantas. Ao contrário de espécies que utilizam teias para capturar suas presas, as aranhas-lobo são caçadoras ativas. Elas percorrem o solo em busca de insetos e, por isso, contribuem para o controle natural de pragas em jardins e áreas verdes.
Apesar da aparência que pode assustar, a aranha-lobo não é considerada uma espécie de importância médica. Seu veneno é pouco potente para seres humanos e, na maioria dos casos de picada, os sintomas são leves. Entre as reações mais comuns estão dor local imediata, geralmente descrita como uma fisgada, vermelhidão, leve inchaço e coceira passageira. Em casos muito raros, pode ocorrer descamação ou uma pequena ferida superficial no local atingido.
Em caso de suspeita de picada, a recomendação inicial é lavar bem a região com água corrente e sabão neutro, medida que ajuda a evitar infecções secundárias.
Também é possível aplicar compressas frias ou um pano molhado com água gelada para aliviar o incômodo e reduzir o inchaço. Se a picada tiver ocorrido em um braço ou perna, manter o membro elevado pode ajudar a diminuir o edema.
É importante observar o local da ocorrência e acompanhar a evolução dos sintomas. Caso apareçam reações incomuns, como tontura, náuseas ou suor excessivo, ou se a dor aumentar de forma intensa, é indicado procurar orientação médica.
Fonte: Diário do Rio
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