
18/02/2014
Uma inovação brasileira em área de ponta da nanotecnologia, que contou com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), tem grande potencial de transformar a indústria de cosméticos até em nível internacional. Pesquisadores da Coppe da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) criaram um processo de encapsulamento em nanopartículas para ser aplicado em filtros solares, aumentando a eficiência e evitando alergias ao produto quando em contato com a pele.
O encapsulamento de nanopartículas é a maneira em que se coloca uma substância, denominada princípio ativo, dentro de uma bolinha ou dentro de uma partícula pequena, que pode ser usado em alguma aplicação particular. Este princípio ativo pode ser, por exemplo, um medicamento para tratar uma doença, sabão para lavar roupa, um filtro solar que vai ser usado para proteger a pele ou outro princípio ativo qualquer.
De acordo com o coordenador da pesquisa, José Carlos Costa Pinto, vinculado ao Programa de Engenharia Química da COPPE/UFRJ, o princípio ativo ou substância muitas vezes quando usado diretamente na pele não tem a mesma eficiência ou pode causar algum prejuízo. ”Por exemplo, no caso do filtro solar, por que é interessante colocar dentro de uma bolinha uma partícula? Porque alguns filtros solares são absorvidos pela pele e acabam interferindo no nosso mecanismo interno do corpo humano.
A matéria completa pode ser lida no site do CNPq
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