
20/02/2014
Bactérias magnéticas formaram o primeiro elo entre a física e a biologia na carreira de Henrique Lins de Barros. Físico por formação, intriga-lhe a vida - tão diversa e ao mesmo tempo frágil e insistente - a desafiar cientistas em busca do seu significado.
Questões como perda de biodiversidade e desenvolvimento sustentável no modelo econômico vigente, às quais a ciência ainda tem poucas respostas, estão na pauta de Lins de Barros como chefe do Museu do Meio Ambiente do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, cargo que assumiu em janeiro de 2014. Para o pesquisador, é preciso traduzir para a sociedade os resultados de pesquisas realizadas pelo Jardim Botânico. O blog de HCS-Manguinhos entrevistou o pesquisador.
Que contribuições espera dar ao Museu do Meio Ambiente do Jardim Botânico do Rio de Janeiro?
O Museu do Meio Ambiente é um espaço nobre no sentido de ser um dos braços de ação do Jardim Botânico do Rio de Janeiro e ter sob sua responsabilidade um acervo de mais de 200 anos. É um museu recente e atuou, até o momento, como um espaço de exposições.
A entrevista completa pode ser lida no Jornal da Ciência
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