
13/03/2014
Guimba, bagana, beata, bituca... Não importa o nome que ele tenha, mas aquele restinho de cigarro que fica sobrando entre os dedos dos fumantes, após as últimas tragadas, é um dos maiores problemas de lixo enfrentados pelas grandes cidades atualmente. Para tentar diminuir a quantidade deles nas praias do Rio, a concessionária Orla Rio, em parceria com a empresa Bituca Verde e a ONG Ecco Vida, começou a implantar nos quiosques de Copacabana e do Leme um projeto, o Bitueco, de coleta seletiva desse material. A ideia é que o banhista junte as guimbas num pequeno cinzeiro, que será vendido nos quiosques, e esvazie a peça num grande cinzeiro junto ao calçadão na hora de ir embora. Com formato de cigarro, cada um deles tem capacidade para até 15 mil guimbas.
Ao todo, 25 cinzeiros de aço galvanizado e pintura epóxi estarão disponíveis nos quiosques cariocas. A instalação começou há duas semanas e, até ontem 12/03, deles já tinham sido montados. Se o projeto der certo, poderá ser estendido do Leme ao Pontal.
Para o presidente da Orla Rio, João Marcello Barreto, o sucesso do projeto depende da participação das pessoas.
— O microlixo é hoje um grande problema. E o microlixo do cigarro acaba sendo jogado na areia da praia e no chão. O sucesso vai passar também por um trabalho educativo com os quiosqueiros — diz Barreto, acrescentando que eles estão à procura de patrocínio para estender o projeto aos postos de salvamento e aos outros quiosques.
Leia a matéria completa em O Globo
Helicóptero lança ´chuva´ com 4 toneladas de sementes para reflorestar área de Mata Atlântica e recuperar palmeira ameaçada no ES
13/10/2026
Desmatamento cai 30% no cerrado e sobe 9% na amazônia em setembro
13/10/2026
Queimadas quase quadruplicam no Amazonas, e Manaus fica sob fumaça; entenda o cenário
13/10/2026
FAB envia aviões para ajudar no combate a queimadas no Amazonas
13/10/2026
Manaus atinge níveis graves de poluição por fumaça de queimadas
13/10/2026
Quando medir o ciclo não basta
13/10/2026
