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Rio Grande do Norte investiga morte por febre amarela urbana

08/01/2016

As secretarias de Saúde do Rio Grande do Norte e a municipal de Natal investigam um caso de morte por febre amarela urbana na capital potiguar. A vítima é uma auxiliar de enfermagem, de 53 anos, que morreu no dia 6 de julho passado. Os resultados dos exames ficaram prontos na semana passada e foram confirmados por dois laboratórios de saúde pública do país - Instituto Evandro Chagas (IEC), de Belém, e o Instituto Adolfo Lutz (IAL), de São Paulo. De acordo com a Secretaria, a paciente apresentava sintomas parecidos com dengue ou zika, mas as duas doenças foram descartadas.
A febre amarela urbana é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e está erradicada desde 1942 no país. De acordo com informações do Ministério da Saúde, a auxiliar de enfermagem Rita de Cassia da Silva Santos apresentou os primeiros sintomas no dia 28 de junho e eles não eram compatíveis com febre amarela. Segundo parentes, a vítima também não havia viajado para locais com risco de transmissão da doença.
Em entrevista à Inter TV Cabugi, afiliada da Rede Globo no Rio Grande do Norte, o irmão de Rita de Cassia, Milton Alexandre da Silva, disse que que a evolução da doença foi rápida, pois duas semanas antes de morrer ela estava aparentemente bem.
- Na semana seguinte apareceram manchas no corpo. Nós achávamos que era chikungunya ou algo relacionado à dengue. Depois apareceram as dores no estômago e a ânsia de vômito. Quando ela procurou o médico já foi internada na UTI - contou.
O Ministério da Saúde ressalta que, até o momento, não há registros de outros casos suspeitos em humanos ou em macacos no Rio Grande do Norte, assim como "não existem evidências de transmissão do vírus em humanos" no município de Natal desde 1930.

A matéria completa pode ser lida em O Globo

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