
14/01/2016
Para as margens de rios que serviram de cenário para a tragédia das chuvas de 2011 em Friburgo, Petrópolis e Teresópolis, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) prometeu, em 2013, 28 parques fluviais, áreas arborizadas com ciclovias. Era uma forma de retirar moradores de áreas de risco e proteger as calhas dos rios. Cinco nos depois das chuvas, entretanto, o projeto não foi adiante.
Apenas dois deles teriam sido iniciados. Moradores do bairro da Posse (em Teresópolis) e do Vale do Rio Cuiabá, em Petrópolis, em tese beneficiados pelo projeto, dizem que o resultado foi apenas um reforço nas margens dos rios, e em pouco lembra um parque.
Em nota, o Inea declara que foi executada só a “primeira etapa” de intervenções, com drenagem e canalização de rios e canais. “Na segunda etapa, com início previsto para o segundo semestre de 2016, serão implementados os parques fluviais em Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo. A implantação dos parques dependia também de cadastro de população ribeirinha, indenizações e demolições de imóveis", diz a nota.
O Inea só menciona dois projetos em andamento, nos Rios Cuiabá e Santo Antônio, em Petrópolis. O órgão diz que as obras “aguardam aprovação na Caixa Econômica Federal para a liberação de recursos". Já a Caixa alega que a licitação só será concluída pelo município em 30 de maio.
Leia a matéria na íntegra em O Globo
Rio está entre cidades mais afetadas por ozônio nocivo este ano
01/10/2026
Estudo da Unesp encontra contaminantes ligados ao câncer em plásticos e espumas descartados
01/10/2026
Sertanejo usa plantas e animais para prever chuvas no RN
01/10/2026
Escorpiões que brilham sob luz ultravioleta levam cientistas a duas novas espécies em Roraima
01/10/2026
Duas aves brasileiras estão entre as mais barulhentas do mundo, mostra estudo
01/10/2026
Renda de catadores com venda de recicláveis pode dobrar
01/10/2026
