
23/02/2016
As cidades estão sendo reconhecidas pelos cientistas como verdadeiros laboratórios para estudar a evolução e uma "nova ecologia" de animais silvestres. O fenômeno é mundial: cada vez mais gente vive em cidades, e mais animais tomam a mesma decisão.
A ONU estima que em 2015 a população mundial chegou a 7,3 bilhões, dos quais 54% vivem em centros urbanos. Essa expansão das cidades e o encolhimento dos ambientes naturais têm forçado animais selvagens e humanos a um convívio crescente. Alguns, por exemplo, estão tendo mais sucesso em áreas urbanas do que seus colegas vivendo em condições naturais.
Os biólogos chamam essa adaptação de animais em ambientes criados pelo homem de sinantropia –o termo não vale para animais domésticos, como cães e gatos.
Cidades proveem abrigo, comida e água fácil para os animais. Comparados com os que permaneceram de fora, os animais sinantrópicos vivem em maior densidade populacional associada à redução do território individual e têm redução do comportamento migratório, prolongamento da estação reprodutiva e aumento da longevidade.
Muitos animais, especialmente os de maior porte, vivem nos subúrbios, perto do que restou das matas nativas. Mas cada vez mais são atraídos pela região central, com sua ilha de calor e maior acúmulo de restos de comida.
A matéria completa pode ser lida na Folha de S. Paulo
Rio está entre cidades mais afetadas por ozônio nocivo este ano
01/10/2026
Estudo da Unesp encontra contaminantes ligados ao câncer em plásticos e espumas descartados
01/10/2026
Sertanejo usa plantas e animais para prever chuvas no RN
01/10/2026
Escorpiões que brilham sob luz ultravioleta levam cientistas a duas novas espécies em Roraima
01/10/2026
Duas aves brasileiras estão entre as mais barulhentas do mundo, mostra estudo
01/10/2026
Renda de catadores com venda de recicláveis pode dobrar
01/10/2026
