
21/02/2017
A Baía de Guanabara é um dos cenários mais bonitos do mundo e deveria ser mais preservado. Esse é o diagnóstico da família Schurmann, que já deu a volta ao mundo mais de uma vez e conhece mais de 50 portos. Para eles, é possível ser desenvolvido sem abrir mão da sustentabilidade de um importante cenário natural como o carioca. O G1 viajou com o casal Wilfredo e Heloísa Schurmann, um dos filhos do casal, Wilhelm, e Érica, nora do casal Schurmann, em uma travessia até a Praia de Adão e Eva, em Niterói, na Região Metropolitana.
“É muito bonito, o cenário da Baía de Guanabara é como poucos no mundo. Imagina a Baía protegida, se não tivesse poluição nenhuma? Lugares como Paquetá são muito bonitos”, destacou Vilfredo, o capitão do barco.
Heloísa Schurmann, que é carioca, decreta que a região tem um espaço afetivo na sua vida.
“Voltar para o Rio é voltar para onde está no meu coração. A gente não esquece as raízes. Eu penso o tempo todo nas minhas amigas que ainda estão aqui, no meu irmão. É muito legal. Fala muito fundo no meu coração”, explicou a matriarca da família que diz que a Baía de Guanabara tem uma das vistas mais belas do mundo para quem chega pelo mar.
Durante a travessia rumo a Niterói, uma surpresa: os golfinhos, habitantes cada vez mais raros da Baía de Guanabara, resolveram aparecer e nadaram ao lado do barco em boa parte do trajeto. Visão rara até para quem está acostumada a velejar mundo afora, os animais trouxeram uma lembrança da infância.
A matéria na íntegra pode ser lida no G1
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