
16/03/2017
A região de Casimiro de Abreu, onde há um caso de morte suspeita por febre amarela, divide com Silva Jardim, município vizinho, a Reserva Biológica Poço das Antas, que abriga animais ameaçados, como o mico-leão-dourado. Preservar a saúde deles tem sido motivo de preocupação de pesquisadores e ambientalistas. As áreas onde vivem os micos-leões ficam próximas de regiões de surto em macacos no Espírito Santo e em Minas Gerais.
O secretário-executivo da Associação Mico Leão Dourado, Luiz Paulo Ferraz, afirma que os micos têm sido monitorados com atenção redobrada. Mas até agora não existe qualquer indício de que tenham sido afetados pelo vírus da febre amarela. Não há registro de mortalidade de macacos na região, o que inclui os 450 micos-leões-dourados que vivem na Reserva Biológica de Poço das Antas.
Ferraz explica que, como precaução para resguardar pessoas e animais, é pedido dos visitantes o comprovante de vacinação contra a febre amarela. Medida semelhante tomaram outras unidades de conservação, como o Parque Nacional do Caparaó, em Minas Gerais, que chegou a fechar, mas reabriu com a exigência de vacinação.
Fonte: O Globo
Álbum da Cidade do Rio de Janeiro, produzido em 1920, está na Biblioteca Carioca, aberta na Semana de Arte do Rio
22/09/2026
Estudantes de 14 a 18 anos criam projetos de Sustentabilidade
22/09/2026
Elefante Sandro, que vivia em Sorocaba (SP), é transferido para santuário em Mato Grosso
22/09/2026
Ararinhas-azuis têm controle reforçado após casos de circovírus
22/09/2026
Edital busca soluções que ampliem o acesso à água no Maranhão
22/09/2026
Mymba Kuéra: como foi o monumental resgate de mais de 30 mil animais durante a construção de Itaipu, entre o Brasil e o Paraguai
22/09/2026
