
20/06/2017
Em celebração ao Dia Mundial dos Refugiados, lembrado nesta terça, o Museu do Amanhã promoverá um seminário a partir das 14h sobre as 65 milhões de pessoas que, devido a perseguições, guerras e violência, foram obrigadas a deixar suas casas. O evento, que contará com especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU), da PUC-Rio e da Coppe-UFRJ, tem inscrição gratuita no site.
A instituição também inaugura amanhã a mostra temporária “Vidas deslocadas”. Textos em português, inglês e espanhol, além de fotografias, mostrarão o drama das 25 milhões de pessoas que, em todo o mundo, abandonaram seus locais de origem após desastres naturais.
No Brasil, os casos fotografados foram o rompimento da barragem em Mariana (MG), o impacto da construção da usina de Belo Monte (PA) e o desmatamento da Amazônia.
— Embora os refugiados ambientais ainda não sejam reconhecidos pelos governos, existe um alto consenso entre os cientistas de que as mudanças climáticas, em combinação com outros fatores, aumentarão o deslocamento de pessoas — diz Leonardo Menezes, gerente de Exposições do Museu do Amanhã. — Debater soluções para a questão do clima está em nosso cerne.
Fonte: O Globo
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