
01/08/2017
O meio ambiente deve fazer parte do desenvolvimento econômico. Esta é a principal mensagem do economista Carlos Eduardo Young, que estuda as receitas que as unidades de conservação podem trazer às cidades.
No Rio, por exemplo, investimentos em atrações no Parque Nacional da Tijuca fariam o turista aumentar sua estadia e, assim, injetariam mais de R$ 800 milhões na economia local. A cidade já é considerada um modelo em sua integração com a natureza.
Young destaca que a política voltada ao meio ambiente deve ser encarada no plano municipal, e não apenas como um projeto desenvolvido pelo governo federal. Para Young, um morador da Região Sudeste encara o desmatamento de 100 hectares do bioma como algo tão ou mais importante que 10 mil hectares da Amazônia, que é distante de sua realidade. Em ambos os locais, um problema se destaca: a falta de preparo para os eventos extremos, que, de acordo com as projeções climáticas, serão cada vez mais comuns e provocarão estragos crescentes para a infraestrutura e a população.
A entrevista pode ser lida em O Globo
Câmara do Rio aprova plano de arborização específico para as favelas
17/09/2026
Caso de homem atacado por morcego-vampiro é descrito pela ciência; entenda o comportamento
17/09/2026
Pesquisa inédita no Brasil vai rastrear baleias-jubarte por satélite e mapear risco de atropelamentos por navios no litoral do ES
17/09/2026
Pescadores pedem tombamento de pedral em rio para vetar hidrovia no Pará
17/09/2026
VÍDEO: Manaus amanhece encoberta por fumaça pela 3ª vez em menos de 10 dias; qualidade do ar chega a nível péssimo
17/09/2026
Governo define regra para abolir licença ambiental em pesquisa de minerais
17/09/2026
