
31/08/2017
A Fundação Oswaldo Cruz dá início a uma nova fase de combate à dengue, zika e chikungunya, no Rio nesta terça-feira (29). Com o projeto Eliminar a Dengue, serão soltos em dez bairros da Ilha do Governador 1,6 milhão de mosquitos de Aedes egypti modificados, contendo a bactéria Wolbachia, que reduz significativamente a propagação do vírus que transmite as doenças. Neste projeto, que termina no final de 2018, também serão soltos mosquitos modificados no Centro e nas zona Norte e Sul da cidade. Como planejado com a prefeitura, somente a Zona Oeste Ficará de fora.
A liberação em larga escala começa na Ilha do Governador, nos bairros de Ribeira, Zumbi, Cacuia, Pitangueiras, Praia da Bandeira, Cocotá, Bancários, Freguesia, Tauá e Moneró.
De acordo com a Fiocruz, a capacidade de produção semanal de ovos do mosquito é de 10 milhões por semana. A liberação acaba em 2018 e espera beneficiar 2,5 milhões de habitantes.
Segundo o pesquisador Luciani Moreira, o mosquito modificado tem capacidade para, a partir de sua reprodução, reduzir em 30% a incidência de epidemias nos locais onde foram soltos. Em 2015, mosquitos modificados foram soltos em Tubiacanga, na Ilha, e em Jurujuba, em Niterói. A redução de mosquitos com o vírus da dengue foi de 100% e de 96,5%, respectivamente.
Saiba mais no G1
Câmara do Rio aprova plano de arborização específico para as favelas
17/09/2026
Caso de homem atacado por morcego-vampiro é descrito pela ciência; entenda o comportamento
17/09/2026
Pesquisa inédita no Brasil vai rastrear baleias-jubarte por satélite e mapear risco de atropelamentos por navios no litoral do ES
17/09/2026
Pescadores pedem tombamento de pedral em rio para vetar hidrovia no Pará
17/09/2026
VÍDEO: Manaus amanhece encoberta por fumaça pela 3ª vez em menos de 10 dias; qualidade do ar chega a nível péssimo
17/09/2026
Governo define regra para abolir licença ambiental em pesquisa de minerais
17/09/2026
