
19/02/2019
A cidade do Rio de Janeiro, onde moro, está em regime de atenção enquanto escrevo este texto. Há chances, segundo os meteorologistas, de um temporal menos intenso do que o de quarta-feira passada, mas assim mesmo vai chover bastante e é bom que a gente se cuide. Há uma semana, tivemos por aqui um casamento de ventos que chegaram a 110km/h com um volume de água que descia do céu como há muito não se via. O resultado, infelizmente, foi o que o carioca já sabe que vai ver depois de fortes temporais: caos urbano, deslizamentos e, neste caso em especial, seis mortos.
Ouvindo a entrevista que o prefeito Crivella deu na manhã seguinte eu reparei que ele fez muita referência às árvores. A tempestade arrancou muitas delas. O prefeito disse que a cidade tem um milhão de árvores, e é claro que foi apenas modo de dizer. Houve um dado quantitativo horas depois para ilustrar o estrago e o caos urbano: o secretário municipal da Casa Civil, Paulo Messina, afirmou que houve 186 quedas de árvore pelas ruas da cidade. E a Comlurb, a meu pedido, mandou-me uma espécie de relatório do seu trabalho de limpeza de quarta até ontem (12), onde consta que caíram foram registradas 781 árvores.
Fato é que, numa rápida caminhada no fim de semana, entre Laranjeiras e Botafogo, eu mesma contei três troncos que um dia foram árvores. Não sei se caíram por causa da tempestade ou se tiveram que ser retiradas, mas causa sempre um incômodo forte ver a cena.
O artigo na íntegra pode ser lido no Blog da Amélia Gonzalez
Desmatamento na Amazônia reduz chuvas no Paraná e ameaça produção agrícola, aponta estudo
10/09/2026
3 museus para conhecer a Amazônia
10/09/2026
Arara-azul e boto-tucuxi entram na lista de espécies brasileiras ameaçadas de extinção
10/09/2026
Conheça a feijoa, fruta brasileira esquecida que faz sucesso na Nova Zelândia
10/09/2026
Bactéria de rã mostra potencial contra tumores
10/09/2026
Geleira no Nepal enfrentou calor incomum antes de colapsar, diz pesquisador
10/09/2026
