
28/02/2019
Um mergulho no mar, um banho de sol, uma conversa tranquila com os amigos — e lixo ao redor. Em terra firme ou na água, sacolas, copos, canudos, garrafas, guimbas de cigarro, embalagens e uma variedade de objetos deixados para trás após um dia na praia poluem e alteram a paisagem. O incômodo gerado pela degradação, comum entre os moradores do entorno, se desdobrou em ação, há dois anos, com a criação do movimento Recreio Limpo. No intuito de mudar o cenário e o comportamento dos banhistas, coordenadores e voluntários têm realizado mutirões e oficinas. O próximo passo, previsto para este ano, é sensibilizar comerciantes.
O movimento parte do desejo de promover educação socioambiental na região. O grupo é pautado pela premissa de ensinar a não sujar, e não a somente promover mutirões de limpeza, embora eles façam parte de sua agenda. Organizações de segmentos distintos têm se unido a fim de contribuir, cada uma à sua maneira, para conscientizar os frequentadores, tanto os moradores do bairro como quem vem de fora.
A proposta partiu de Betania Aprile, proprietária do Hostel Rio Surf ‘n Stay, a partir de suas próprias experiências e do relato dos hóspedes sobre as condições do trecho de praia próximo a seu empreendimento, em especial após fins de semana de altas temperaturas e areias lotadas. Em seguida, ela saiu em busca de parceiros. Gilda Esteves e Simone Milach, fundadoras da Blue Change, iniciativa pela conservação dos ambientes marinhos e costeiros, logo aderiram.
A matéria na íntegra pode ser lida em O Globo
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