
05/09/2019
A Associação A.B.E.L.H.A. e o Projeto Kombee levam à 38ª edição da Expoflora, em Holambra (SP), uma “tradução” sobre a importância das abelhas para a conservação da biodiversidade do Brasil com o combate sobre a cultura do medo que é colocada sobre estes insetos.
No local, biólogos e outros profissionais ensinam formas de auxiliar na manutenção da natureza através do plantio de flores, ervas e árvores – nativas de cada parte do país –, que se tornam verdadeiros “banquetes” para estes insetos.
A 38ª edição da Expoflora acontece até dia 29 de setembro em Holambra (SP), sempre às sextas, sábados e domingos, e comercializa muitas das plantas indicadas pelos biólogos que conversaram com o G1 a respeito das abelhas.
Ana Lúcia Assad, diretora executiva da A.B.E.L.H.A., conta que o Brasil tem ao menos 3 mil espécies de abelhas, das quais 1,8 mil estão registradas. Destas, 250 não possuem ferrão e são estes insetos especificamente que o projeto evidencia em seu espaço no evento.
Assad aponta que a abelha mais comumente conhecida pela sociedade, que produz a maior parte do mel comercializado no Brasil, na verdade é uma espécie europeia, trazida ao país para trabalhar na produção de cera no século 19.
“Em 1950 entrou a espécie africana e elas acabaram cruzando. Hoje a gente tem uma abelha robusta que produz a grande parte do mel”.
A matéria completa pode ser lida no G1
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