
21/07/2020
Um estudo divulgado pela revista Science na última quinta-feira (16) afirma que até 22% da soja e pelo menos 17% da carne bovina produzidas na Amazônia e no Cerrado e exportadas para a União Europeia podem ter rastros de desmatamento ilegal.
O Brasil vem sendo criticado por investidores, grandes empresas do agronegócio e outros países pela postura ambiental adotada nos últimos anos.
Na quarta-feira, o vice-presidente Hamilton Mourão, chefe do Comitê da Amazônia, disse que o governo "perdeu o controle da narrativa" e está na "defensiva" quanto às questões ambientais e à alta do desmatamento registrado na Floresta Amazônica.
A situação ambiental no Brasil tem sido um dos entraves para a aprovação do acordo comercial entre UE e Mercosul, anunciado em junho do ano passado e que ainda aguarda aprovação de todos os países envolvidos.
O artigo intitulado “As maçãs podres do agronegócio brasileiro” foi escrito pelo pesquisador brasileiro Raoni Rajão, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e contou com 12 pesquisadores de Brasil, Alemanha e Estados Unidos.
Para saber quais os principais pontos de estudo, acesse o G1
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