
25/06/2024
Você sabia que existe um concurso para eleger “A Árvore do Ano” na Nova Zelândia? O prêmio é concedido todos os anos pela New Zealand Arboricultural Association, a associação arborícola do país. Considerando a importância que as árvores têm para o mundo e como existem árvores incríveis por aí, a homenagem é mais do que merecida. E, em 2024, a vencedora foi a “árvore que anda”.
Essa é uma árvore solitária, da espécie Metrosideros robusta, que parece estar passeando. A árvore não está andando, obviamente. Tem suas raízes fincadas em um cemitério na Ilha Sul, mas seus troncos peculiares em forma de perna lembram os Ents, árvores ambulantes sencientes da trilogia de fantasia O Senhor dos Anéis.
Em seu comunicado a respeito da árvore do ano em 2024, a New Zealand Arboricultural Association explica que “a árvore que anda foi uma indicação de Bryan Bell, que destacou a sua forma notável e presença cativante”.
“Com seus troncos gêmeos esticados como se estivessem no meio de um passo – e aparentemente usando salto alto – esta árvore é uma maravilha natural impressionante”, afirmam os jurados.
A majestosa árvore, da espécie também conhecida como rātā do norte, já está registrada no The New Zealand Tree Registry, e foi a clara favorita aqui, ficando com 42% do total de votos entre os seis finalistas.
A idade da árvore não é conhecida, mas a espécie pode viver até mil anos. A rātā do norte é uma espécie de grande porte, nativa da Nova Zelândia que pode ultrapassar 25 metros de altura. Ela germina no topo de outras árvores e envia raízes para baixo e ao redor do tronco de seu hospedeiro, eventualmente formando um pseudotronco formado por raízes fundidas.
A campanha anual está em sua terceira edição e nasceu para reconhecer e celebrar o papel significativo que as árvores têm para as comunidades, melhorando os nossos ambientes locais e “proporcionando um sentido de lugar às gerações passadas, presentes e futuras”.
“The Walking Tree é um excelente exemplo das árvores notáveis que nós temos a sorte de conhecer. Ela destaca a singularidade e a diversidade que existe na notável população de árvores da Nova Zelândia”, disse o presidente da associação, Richie Hill.
Para conhecer as outras finalistas e saber mais sobre o concurso “Árvore do Ano”, clique no CicloVivo
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