UERJ UERJ Mapa do Portal Contatos
Menu
Home > Atualidades > Notícias
30 toneladas de latas coletadas no São João serão recicladas

23/07/2024

Mais de 30 toneladas de latinhas de alumínio consumidas durante as festas juninas de Salvador (BA), Recife (PE) e Campina Grande (PB) em breve voltarão a circular nas prateleiras. A empresa Novelis, de laminação e reciclagem de alumínio, realizou a compra do material coletado e será responsável pelo processo de reciclagem em suas operações.
Concentradas na região Nordeste do país, as festividades juninas fortalecem o turismo nacional, reunindo milhões de brasileiros e estrangeiros. O volume, que equivale a mais de 2 milhões de latinhas, foi coletado em parceria com o Projeto Recicla São João; as cooperativas independentes Pro-Recife, Gusmão, CAEC, Cooperes, Coocreja, Bariri, Crun, Cooperguary, Canarecicla, Coleta Cidadã, Camapet, Canore, Cooperbrava e Cooperlix; e contou ainda com o apoio das prefeituras de Campina Grande e Salvador e a participação de catadores autônomos das três cidades.
Destinados respectivamente aos Centros de Coleta da Novelis na região, o material seguiu seu trajeto até a fábrica da empresa em Pindamonhangaba (SP), considerada o maior Complexo de Laminação e Reciclagem de Alumínio do mundo, onde será reciclado e transformado em novas chapas de alumínio, que, posteriormente, serão utilizadas na fabricação de novas latinhas.
“A atuação dos nossos Centros de Coleta garante uma maior aproximação da indústria com os elos iniciais da cadeia de reciclagem do alumínio, assegurando uma remuneração justa pelo material. Em cidades como Salvador, Recife e Campina Grande, temos um histórico de parcerias em eventos de destaque, garantindo que as latinhas retornem à sua cadeia produtiva”, afirma Gustavo Faria, gerente sênior de Negócios de Metal da Novelis. “Seguimos contribuindo para que o índice nacional da reciclagem de latas se mantenha em patamares elevados, acima de 95% há mais de 15 anos”, completa.
A empresa possui atualmente 15 Centros de Coleta distribuídos estrategicamente de Norte a Sul do Brasil. Esse modelo é considerado pioneiro no Brasil e foi criado para ampliar a coleta de latas.
Nesses locais, as cooperativas e demais fornecedores vendem a sucata de alumínio, que, posteriormente, é enviada à fábrica de Pindamonhangaba, onde será realizada a reciclagem. O local conta com capacidade de 720 mil toneladas/ano para laminação e 500 mil toneladas/ano para reciclagem.
A possibilidade de ser infinitas vezes reciclado, sem perder suas propriedades, é uma das características do alumínio que contribui com o sucesso da circularidade da latinha de bebida pós-consumo. O ciclo da latinha de alumínio dura em torno de 60 dias. Isso significa que do momento em que os consumidores escolhem uma bebida em lata na prateleira do mercado, até o momento em que ela volta para o comércio, são cerca de dois meses para realizar a coleta e a reciclagem, a fim de torná-la novamente uma latinha.

Fonte: CicloVivo

Novidades

Erosão na Praia da Macumba: abaixo-assinado pede solução definitiva

04/08/2026

As marcas deixadas pelas ressacas na Praia da Macumba já fazem parte da paisagem do Recreio dos Band...

Busca por imóveis com certificação sustentável cresce em Curitiba

04/08/2026

Em 2022, o U.S. Green Building Council, o principal órgão certificador de edifícios sustentáveis do ...

Cooperativa mineira gera renda para agricultores que preservam o cerrado

04/08/2026

A conservação do cerrado, bioma pressionado pelo desmatamento, depende de remunerar as comunidades q...

Araras-vermelhas dão ´beijo´ em topo de árvore e encantam moradora de MS

04/08/2026

Um casal de araras-vermelhas foi flagrado em um momento de interação no topo de uma árvore em Camapu...

Ilha que recebeu navios de cruzeiros é esquecida após COP30

04/08/2026

Oito meses após a realização da COP30, em Belém, moradores e comerciantes do distrito de Outeiro diz...

Plástico retirado de rios amazônicos vira material para construção civil

04/08/2026

Garrafas PET, embalagens e outros resíduos plásticos retirados de rios amazônicos ganharam um novo d...