
10/09/2024
Com idade estimada entre 800 e 1.000 anos, uma árvore gigantesca de Ginkgo biloba, na zona rural da cidade de Wonju, na Coreia do Sul, sobreviveu até hoje graças aos cuidados dos habitantes locais durante séculos, que a consideram um espécime sagrado.
Cercada de lendas e contos, a árvore é um material valioso para compreender a cultura popular da área, por isso, virou patrimônio natural do país desde 1964.
Localizada na região de Bangye-ri, a planta atrai turistas do mundo todo, principalmente no outono, quando as suas folhagens ganham um belo tom amarelo. A árvore ginkgo de Bangye-ri tem cerca de 32 m de circunferência e aproximadamente 16 m de altura.
Com galhos se estendendo em todas as direções, ela passa uma impressão geral majestosa. Alguns ramos, no entanto, são sustentados por escoras feitas com barras de ferro, pois estão enfraquecidos e podem se quebrar facilmente com o seu próprio peso.
Várias lendas surgiram na aldeia ao redor desta árvore. Segundo uma delas, um membro da família Seongju Lee a plantou e cuidou dela antes de sair da comunidade. Em outra história, um monge passou pela região, esqueceu a sua bengala no chão e ela cresceu e se tornou a árvore de Ginkgo biloba.
Além disso, os aldeões também acreditam que terão uma boa colheita se todas as folhas da planta ficarem amarelas no outono.
A espécie costuma ser usada para embelezar as ruas, pois oferece sombra e é bastante resistente à ferrugem e aos insetos nocivos.
Fonte: Revista Casa & Jardim
Vendaval turbinado que atingiu o Rio e São Paulo é a ´ponta do dedo do longo braço´ do El Niño; entenda
30/07/2026
VÍDEO: maior espécie de raia do mundo é registrada durante pesquisa com baleias no ES
30/07/2026
Sucuri-amarela infestada de carrapatos impressiona no Pantanal; biólogo explica
30/07/2026
Presença de golfinhos em Fernando de Noronha cai quase pela metade em dez anos
30/07/2026
El Niño: governo prevê gastar até R$ 1,3 bilhão para enfrentar secas, chuvas intensas e incêndios
30/07/2026
Mercúrio se acumula duas vezes mais rápido na Península Antártica, aponta estudo
30/07/2026
