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Patinetes elétricas voltam às ruas de São Paulo

17/12/2024

No final de 2024, a cidade de São Paulo volta a ter patinetes elétricas compartilhadas circulando por suas ruas. Na sexta-feira, dia 13 de dezembro, a multinacional de micromobilidade Whoosh inicia suas atividades na capital paulista. A empresa conquistou as certificações do Comitê Municipal do Uso do Viário (CMUV), da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e da Secretaria Municipal das Subprefeituras, garantindo sua plena conformidade com as regulamentações locais e consolidando sua presença na cidade.
Neste primeiro momento, cerca de mil patinetes chegam à São Paulo, divididos em 88 pontos de estacionamento em diversos bairros da Subprefeitura de Pinheiros, incluindo, Itaim Bibi, Pinheiros e Jardim Paulista. Segundo a Woosh, a expectativa é aumentar o número de patinetes em até 3.5 mil nos próximos meses, além de ampliar a área de atuação para mais bairros, nas Zonas Sul, Oeste, Norte e Centro.
“Após um rigoroso processo de credenciamento junto à prefeitura e aos órgãos reguladores, a Whoosh conquistou o título de primeira empresa de patinetes elétricas autorizada a operar em São Paulo. Esse marco reflete nosso compromisso com a mobilidade urbana e a conformidade com as exigências locais. Com todas as aprovações em mãos, iniciamos a nossa operação em dezembro, oferecendo uma nova alternativa de transporte sustentável e prática para os paulistanos”, explica Francisco Forbes, CEO da marca no Brasil.
As patinetes elétricas da Whoosh atendem a todas as regulamentações do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Além disso, a empresa está trabalhando em estreita colaboração com a Prefeitura de São Paulo para garantir a máxima eficiência dos equipamentos. “Cada ponto de estacionamento e área de operação foi cuidadosamente planejado em parceria com as autoridades locais para atender às necessidades da cidade e de seus moradores,” afirma Francisco.
Com uma população de mais de 11,9 milhões de habitantes, segundo o último Censo, São Paulo enfrenta desafios diários com o trânsito congestionado. As patinetes elétricas oferecem uma solução ágil e sustentável, ajudando a aliviar o tráfego e melhorar a qualidade de vida dos cidadãos. Além disso, a Whoosh está desenvolvendo planos para integrar seus serviços ao sistema de transporte público da cidade – uma solução de mobilidade multimodal, facilitando o acesso dos usuários às estações de metrô e complementando o trajeto urbano na chamada “última milha”.
Segundo Forbes, conectar eficientemente pontos de partida e destino contribui para uma mobilidade mais fluida e eficiente na maior metrópole do Brasil: “As patinetes surgem como uma opção ágil e conveniente para complementar o trajeto diário. Estamos entusiasmados em proporcionar uma opção que conecta as pessoas de maneira eficiente aos sistemas de transportes já existentes. Nosso objetivo é facilitar o acesso ao metrô e às estações de ônibus, contribuindo para tornar São Paulo mais conectada, acessível e dinâmica para todos os seus habitantes e visitantes”, afirma.
O aplicativo, disponível para iOS e Android, torna o uso das patinetes simples e intuitivo. Usuários podem localizar os veículos disponíveis, reservar o equipamento, verificar o nível de carga da bateria e consultar os preços das viagens. O processo de locação é iniciado pela leitura do QR Code no guidão do veículo e finalizado com a devolução em um dos pontos designados, identificados com um ‘P’ no mapa e adesivos no piso.
O serviço estará disponível 24 horas por dia, com uma taxa de desbloqueio de R$ 2 e um custo adicional a partir de R$ 0,67 por minuto. Além disso, o usuário poderá também contratar pacotes de minutos, onde poderá aproveitar de valores menores por minuto e ainda contratar serviços como Whoosh Pass, ótimo para usuários recorrentes, que poderão usufruir de taxas de desbloqueios grátis de forma ilimitada. Os pagamentos podem ser feitos por cartão de crédito ou PIX.
Todos os novos usuários são orientados sobre as regras de trânsito e o uso responsável das patinetes. As patinetes têm uma velocidade máxima limitada a 20 km/h, e, em algumas áreas, são implementados limites de velocidade menores para maior segurança de todos. Ao ingressar nessas zonas, a patinete detecta a restrição e ajusta automaticamente sua velocidade.

A matéria na íntegra pode ser lida no CicloVivo

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