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Museu Sunner adota telhados verdes em projeto na China

24/07/2025

O estúdio chinês Atelier Alter Architects é o responsável pelo projeto do Museu Sunner, na província de Fujian, caracterizado por um conjunto de três grandes telhados verdes curvos que refletem os picos das Montanhas Wuyi, situadas nas proximidades.
Localizado na cidade de Nanping, no condado de Guangze, o museu foi encomendado pelo Sunner Group, uma das maiores empresas de avicultura da China, e implantado próximo às fábricas da companhia. A nova construção abriga exposições voltadas à tecnologia agrícola, agricultura ecológica e segurança alimentar, funcionando também como centro de referência para especialistas do setor e instituições de pesquisa.
Com área total de 6.000 metros quadrados, o Museu Sunner substitui uma antiga loja de departamentos e dormitórios de funcionários erguidos na década de 1970 ao pé das Montanhas Wuyi, em uma área suscetível a inundações. A volumetria do museu, marcada pelos três telhados interligados, foi concebida em harmonia com a paisagem montanhosa ao redor.
A cobertura abriga pátios verdes acessíveis, projetados para parecer que “se erguem suavemente do chão”, segundo o estúdio. Os arquitetos determinaram uma inclinação máxima de 45 graus para os telhados, garantindo que a vegetação possa se desenvolver plenamente, ao mesmo tempo em que se mantém o acesso para pedestres e se oferece vistas amplas das montanhas, do Rio Futun e do parque industrial. Durante a noite, os terraços ficam abertos ao público e se transformam em espaços para observação de estrelas, encontros informais e momentos de descanso.
O principal material utilizado na construção foi o concreto reforçado com fibra de vidro, moldado para criar uma fachada com aparência texturizada e curvilínea. “O concreto foi tratado com texturas semelhantes apenas para guiar a água da chuva e a poeira, além de acomodar as necessárias venezianas, saídas de ar e aberturas de extração de fumaça”, explicou Xiaojun Bu, cofundador do Atelier Alter Architects.
Nos níveis mais baixos, as dobras do concreto acompanham o relevo do solo. Já nas entradas e áreas públicas, essas dobras se afinam gradualmente para dentro, formando ambientes como o saguão e o restaurante, integrados por grandes painéis de vidro.
Fendas inseridas ao longo da fachada de concreto dobrado permitem a entrada de luz natural e oferecem vistas externas. Internamente, o museu é estruturado em torno de um átrio central com claraboia e 30 metros de altura, circundado por quatro paredes cilíndricas de cisalhamento — cada uma com 25 metros de diâmetro — construídas em concreto moldado in loco.
Essas estruturas semelhantes a silos abrigam áreas expositivas adicionais, escadas e elevadores. O átrio, amplo e sem colunas, funciona como espaço de circulação contínua e pode receber grandes instalações ou modelos em escala ampliada.
Os interiores são dominados por acabamentos em madeira, escolhidos pelos arquitetos para oferecer uma estética mais suave em contraponto ao concreto aparente. “Em espaços internos como o restaurante e o saguão, as placas dobradas de concreto e as texturas sutis da fachada externa continuam, oferecendo detalhes ricos que não exigem decoração adicional”, afirmou Xiaojun.

Fonte: CicloVivo

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