
15/07/2014
Primeiro navio brasileiro a participar de uma operação na Antártida e uma das embarcações com mais história na oceanografia nacional, o Professor W. Besnard deve virar, em breve, propriedade do Uruguai. A reitoria da USP já está analisando a doação para o governo do país vizinho.
Sem condições físicas e de segurança para navegar após ser atingido por um incêndio em 2008, a embarcação, construída em 1966, está parada há quase seis anos no porto de Santos.
Desde então, estuda-se o que fazer com o navio que, mesmo parado, gera custos com manutenção e com sua tripulação, que permanece recebendo salário.
Em 2009, a então reitora da USP, Suely Vilela, liberou R$ 2 milhões para o conserto da embarcação. Segundo o pedido de verba feito pelo Instituto Oceanográfico, o dinheiro serviria para reparos e aquisição de equipamentos.
O montante, porém, nunca chegou a ser usado no Besnard. Segundo a assessoria de imprensa da USP, o dinheiro serviu para reformas na embarcação mais nova da USP, o Alpha Crucis, e em equipamentos para um barco menor, o Alpha Delphini.
Apesar de ter usado a verba do Prof. Besnard, o próprio Alpha Crucis também enfrenta problemas.
Leia a matéria na íntegra no Jornal da Ciência
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