
16/10/2014
O desmatamento da Amazônia desapareceu do debate eleitoral, e o governo Dilma Rousseff tem bons motivos para mantê-lo fora: a redução das taxas de destruição esbarrou num "piso" duro de romper, indica pesquisa de institutos da Suécia, da Espanha e da Indonésia.
O Brasil se comprometeu a diminuir a área desmatada a cada ano em 84%, para 3.925 km², até 2020. Chegou perto disso em 2012, com 4.571 km², mas em 2013 um repique de 29% levou a taxa a 5.891 km².
Para Dilma, foi um "aumentinho", como disse na Cúpula do Clima em Nova York. Mas é também um sintoma de que o país pode descumprir a meta que adotou.
O estudo em questão foi liderado por Javier Godar, do Instituto Ambiental de Estocolmo. Saiu nesta semana pelo periódico "PNAS".
Ele inova ao usar como unidades de análise de 13,3 mil distritos censitários delineados pelo IBGE na Amazônia. Levantamentos similares só consideravam municípios.
A matéria completa pode ser lida na Folha de S. Paulo
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