
17/03/2015
O governo do estado anunciou, nesta terça-feira, em evento no Palácio Guanabara, a nova aposta para reduzir a quantidade de lixo flutuante na Baía de Guanabara: um programa de computador que usa informações sobre correntes marítimas, ventos e temperatura da água para monitorar o deslocamento de resíduos sólidos e projetar, com uma antecedência de quatro dias, as áreas em que haverá maior concentração desses detritos. Com os dados disponíveis, os ecobarcos serão levados até os locais, otimizando o trabalho. Segundo a Secretaria estadual do Ambiente, não há previsão para que o sistema entre em operação, pois ainda serão feitas adaptações técnicas. O novo sistema foi doado pelo governo da Holanda.
Desde a semana passada, o serviço dos ecobarcos foi interrompido, por falta de pagamento do governo do estado às empresas Brissoneau e Ecoboat, encarregadas da atividade. O contrato previa que dez embarcações coletariam 45 toneladas de lixo por mês, mas, segundo a secretaria, a meta não estava sendo alcançada, o que levou à reavaliação do serviço. A expectativa do governo é que a situação seja normalizada até o fim do mês, quando um plano de ação será anunciado.
O desenvolvimento do novo sistema ficou a cargo do instituto holandês Deltares, que trabalha com pesquisas sobre assuntos hídricos e de infraestrutura.
A matéria na íntegra pode ser lida em O Globo
Dragão-de-komodo? Lagarto de grandes proporções é flagrado caminhando pela areia da Praia da Barra; veja vídeo
08/10/2026
Jacareí vai plantar mil árvores com ajuda de moradores
08/10/2026
País tem 30 milhões de crianças sob risco climático e El Niño forte pode agravar cenário, alerta Unicef
08/10/2026
Seca e calor extremos do último El Niño antecipam ´novo normal´ nas florestas tropicais
08/10/2026
A embalagem flexível é vilã ou aliada da sustentabilidade?
08/10/2026
Ambulância solar leva atendimento a áreas remotas do Quênia
08/10/2026
