
22/04/2015
Uma semana após o início da mortandade de peixes na Lagoa Rodrigo de Freitas, a Comlurb já retirou cerca de 37,4 toneladas de savelhas mortas de suas águas — até terça-feira eram 32,4 toneladas. Na quarta-feira, o cenário ainda era desolador, com peixes mortos boiando no espelho d’ água e forte mau cheiro. O trabalho vai continuar pelos próximos dias, porque, segundo a Secretaria municipal de Meio Ambiente, a situação do ecossistema ainda não está estabilizada.
Uma medição feita na manhã de quarta-feira apontou que o nível de oxigênio na água estava em torno de 6mg/L, índice menor que o verificado na análise anterior. A queda, de acordo com o órgão, já era esperada e foi provocada pela decomposição das algas, processo que consome oxigênio. Há ainda peixes mortos que afundaram e cuja putrefação também reduz a oxigenação. O ciclo provoca mais mortes e, por isso, a secretaria considera que o problema ambiental ainda deve se estender por mais alguns dias.
Assim que a mortandade começou, a prefeitura creditou o problema ao choque térmico causado pela queda de três graus na temperatura da água, entre os dias 5 e 8 de abril, em consequência das chuvas no período.
A matéria na íntegra pode ser lida em O Globo
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