
19/05/2016
Quase 20 anos após a inauguração da Linha Amarela, em novembro de 1997, o Rio ganhará, no fim de junho, o corredor Transolímpico, a segunda via expressa municipal com cobrança de pedágio e a primeira integrada a um BRT. Com a abertura da pista, o tempo de deslocamento entre o Recreio e Deodoro deve ser reduzido em 78%: dos cerca de 90 minutos atuais para pouco mais de 20 minutos, num percurso de 25 quilômetros (sendo 13 no trecho sob concessão). Mas, assim como aconteceu com o Transcarioca (Barra-Galeão), entregue cerca de um mês antes da Copa do Mundo, a operação do novo BRT (que liga os parques olímpicos de Deodoro e Barra) será parcial durante os Jogos.
— Não estamos inaugurando uma obra incompleta. O funcionamento do BRT é que sempre começa aos poucos — afirmou o prefeito Eduardo Paes.
Na Copa, das 47 estações e cinco terminais do Transcarioca, apenas três pontos funcionaram. As demais estações foram abertas progressivamente após o evento, realizado de 12 de junho a 13 de julho de 2014. No caso do BRT Transolímpico, que terá 18 estações e três terminais, somente três paradas estarão abertas durante os Jogos (terminais do Recreio e do Parque Olímpico da Barra e estação de Magalhães Bastos). O terminal de BRT de Deodoro também não estará pronto. Isso porque ele será construído pelo projeto do BRT Transbrasil. O pedágio será o mesmo da Linha Amarela (R$ 5,90 para carros de passeio).
A matéria na íntegra pode ser lida em O Globo
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