
31/05/2016
Diante de tantos casos de zika, dengue e febre chicungunha no Rio, os cariocas se tornaram vigilantes em relação aos cuidados para tentar evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti. Pelo WhatsApp do GLOBO (21 99999-9110), a leitora Priscila Sholl enviou imagens de uma obra inacabada no Jardim Botânico, na Zona Sul, que virou um criadouro do mosquito.
— Por favor, reparem nessa obra na Rua Professor Saldanha, no Jardim Botânico, perto do numero 157. Em tempos de dengue e zika, esta obra está com água parada há meses, e mesmo após reclamações dos vizinhos, nada foi feito — reclamou.
Em nota, a Coordenação de Vigilância Ambiental em Saúde, ligada a secretaria municipal de Saúde, informou que os agentes de vigilância em saúde vistoriam o local citado quinzenalmente, quando é feita a aplicação de larvicida no acúmulo de água para evitar o surgimento de focos do Aedes aegypti. A última visita ocorreu no dia 5 de maio.
Ainda segundo o documento, os agentes monitoram todas as regiões da cidade durante todo o ano, e contam com a ajuda da população, que pode denunciar possíveis focos por meio da Central de Atendimento da Prefeitura do Rio, no número 1746.
Fonte: O Globo
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