
07/07/2016
Uma reportagem publicada pela CNN, nesta terça-feira, cita um estudo feito por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) que detectou uma superbactéria em praias da Zona Sul da cidade. O estudo foi publicado pelo GLOBO no mês passado. A rede americana diz que “cientistas brasileiros detectaram uma bactéria resistentes a medicamentos que crescem na costa de algumas das praias mais deslumbrantes do Rio, a um mês antes os Jogos Olímpicos de 2016”.
Eles visitaram o laboratório da UFRJ e entrevistaram a professora do Instituto de Microbiologia da instituição e coordenadora da pesquisa, Renata Picão. “Descobrimos que as ameaças ocorrem em águas costeiras em uma variedade de concentrações e que eles estão fortemente associados com a poluição”, disse a Renata Picão à CNN.
Em junho, a reportagem do GLOBO mostrou que a cada mergulho no mar, o carioca pode acabar entrando em contato com superbactérias. E isso pode acontecer não apenas em praias comumente impróprias para banho, como Flamengo e Botafogo, mas em Copacabana, Ipanema e Leblon. A pesquisa identificou a presença de Klebsiella pneumoniae Carbapenemase (KPC) nesses locais.
Para o estudo, foram coletadas dez amostras de água em cinco praias, entre setembro de 2013 e setembro de 2014, em pontos onde o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) recolhe material para aferir a balneabilidade. A análise dos dados só foi concluída no fim de maio deste ano.
A matéria na íntegra pode ser lida em O Globo
Rio Ocean Week amplia debate sobre poluição marinha
24/09/2026
Reserva em Minas Gerais reabilita animais silvestres
24/09/2026
Recuperação da baleia-jubarte evidencia importância da ciência para conservação
24/09/2026
Mercado condominial brasileiro tem seu 1º relatório de sustentabilidade
24/09/2026
Entre os lugares mais áridos da Terra, Deserto do Atacama floresce após chuvas intensas provocadas pelo El Niño
24/09/2026
China amplia vantagem com energia limpa
24/09/2026
