
06/09/2018
Localizado na Quinta da Boa Vista, na Zona Norte do Rio, o zoológico não sofreu nem mesmo com a fuligem do incêndio de grandes proporções que atingiu o Museu Nacional na noite deste domingo. De acordo com funcionários, havia vento contrário à direção do zoológico no momento e, por conta disto, a fuligem das chamas não prejudicou os animais. Assim que tomaram conhecimento do incêndio, o diretor, Márcio Cunha, e dez veterinários e biólogos foram ao local checar as condições dos animais.
— Nossa maior preocupação foi com a inalação de fumaça e a fuligem. Mas como o vento estava para o outro lado, não atingiu aqui. Os animais estão acostumados com a visitação, então, o barulho não incomodou. Nada na rotina dos animais foi alterada, e eles não demonstraram terem sido afetados — disse Marco Massao, biólogo do zoológico do Rio, na manhã desta segunda-feira.
A área do zoológico mais próxima ao Museu Nacional não é habitada por animais, e nem mesmo as árvores foram afetadas, afirmou o biólogo:
— O incêndio não comprometeu nem a saúde, nem o comportamento dos animais. Os elefantes são os nossos maiores indicativos de problema e elas, são duas fêmeas, dormiram normalmente. O maior risco é de inalação, mas já tínhamos veterinários prontos para agir, além de caixas para transportar os animais para um local mais distante. Também já tínhamos entrado em contato com Ibama para o manejo.
A matéria na íntegra pode ser lida em O Globo
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