
19/11/2018
O Movimento Lagoa para Sempre (LPS), formado por ambientalistas e acadêmicos moradores da Região Oceânica, realizou na última segunda-feira uma reunião com vereadores na Câmara e mostrou um relatório apontando inconsistência no estudo apresentado pela Secretaria municipal de Urbanismo (SMU) para delimitação da área de proteção ambiental do entorno da Lagoa de Itaipu , presente no Plano Diretor. No documento constam oito pontos em que o grupo considera que houve interpretação distorcida dos dados, que, na avaliação do movimento, “usam escalas mínimas para o estabelecimento de cenários possíveis de avanço da água sobre as áreas brejosas”.
A principal crítica dos ambientalistas ao projeto apresentado pela prefeitura foi o fato de ele ter desconsiderado o estudo histórico que traz informações sobre o leito da laguna. No projeto que tramita na Câmara, a área seria reduzida em ramificações, o que permitiria reavivar a proposta de construção de até 210 prédios de seis andares na área compreendida entre o Canal de São Lourenço, a Avenida Professor Florestan Fernandes (em Camboinhas) e o mar.
A matéria completa pode ser lida em O Globo
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