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Praias de Copacabana, do Diabo e Arpoador são as campeãs de balneabilidade, segundo Inea

08/01/2019

Do Flamengo a São Conrado, passando pela Urca e a Praia Vermelha. Na Zona Sul, quem gosta de mar e sol tem opções de sobra. No entanto, infelizmente, nem todas estão apropriadas para um refrescante mergulho. A equipe do GLOBO-Zona Sul pediu ao Instituto Estadual do Ambiente (Inea) que fizesse um levantamento das praias que se mostraram apropriadas para o banho na maior parte do ano de 2018. As campeãs foram as de Copacabana (com 94,2% dos boletins do Inea que a consideraram balneável), Diabo (98,9%) e Arpoador (90,5%)
Antes mesmo de ser divulgado o resultado do Inea, o aposentado José Mariano Gomes, de 68 anos, já havia escolhido o Arpoador como praia do coração. Morador de Ipanema, ele não fica um dia sequer sem dar um mergulho no mar.
— Fico feliz por saber que a qualidade da água vem se mantendo boa. Mas meu sonho mesmo é que todas as praias da região fossem apropriadas — diz.
De acordo com o Inea, o monitoramento é feito duas vezes por semana por técnicos do Inea, que analisam 201 praias no estado, sendo 43 no município do Rio. Amostras da água do mar são coletadas na superfície em pontos com nível médio de profundidade de um metro, que é onde a maioria dos banhistas se concentra. Os boletins com os resultados são publicados todas as terças e sextas no site do órgão.
Para fazer a coleta, os técnicos utilizam frascos de vidro ou plástico resistentes à esterilização, com boca larga, tampa de rosca e no mínimo 200ml de capacidade. Após a coleta, as amostras são preservadas a uma temperatura de 4°C e analisadas em laboratório em, no máximo, 24 horas.
A avaliação das condições de balneabilidade das praias verifica os níveis de bactérias de origem fecal (coliformes fecais ou enterococos) nessas amostras. Quando os índices estão acima do máximo permitido, ela é considerada imprópria. Ainda segundo o levantamento do Inea, diversos fatores podem afetar a balneabilidade de uma praia, como a localização geográfica, a pluviosidade (incidência de chuvas), a proximidade com o deságue de rios e canais e o extravasamento de galerias pluviais.

A matéria completa foi publicada em O Globo

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