
08/02/2019
Quem se preocupa com a situação do planeta não pode deixar nada de lado. Até o glitter de carnaval — composto por micropartículas de plástico, grande rival da natureza — virou tema de uma pergunta popular: como trocar pelo sustentável?
A ideia da Pura BioGlitter, empresa da carioca Frances Sansão, de 29 anos, nasceu no final de 2016, após uma conversa dela com o irmão biólogo Guilherme:
— Ele me falou sobre os microplásticos, que conseguem passar por filtros de captação e contaminam peixes, aves e a água. Procurei então uma alternativa biodegradável e só encontrei fora do país. Era muito caro importar. Aí comecei a testar receitas em casa.
Obtida após quatro meses de testes, e perto do carnaval, a mistura final foi vendida a amigos primeiramente. Já em 2018, Frances e a sócia Marcela de Figueiredo investiram R$ 30 mil na produção de 10 quilos.
— Para este ano, a meta é 50 quilos — adianta Frances.
A purpurina da BioGlitter é feita de uma gelatina de alga e pó de mica, uma pedra pulverizada. A mistura é colocada sobre uma superfície plana e, após secar, é triturada para ficar na consistência de glitter.
A matéria na íntegra pode ser lida em O Globo
Empresa é autuada por dispersão de minério de ferro em condomínios de luxo de Mangaratiba
10/09/2026
Da praia à montanha: aos 60 anos, voluntário conclui 2.200km de trilha pelo estado do Rio em quatro meses
10/09/2026
Rio da Prata seca e 200 peixes ilhados em poças são resgatados em MS
10/09/2026
Bacia-esponja pode evitar inundações urbanas
10/09/2026
Desmatamento na Amazônia reduz chuvas no Paraná e ameaça produção agrícola, aponta estudo
10/09/2026
3 museus para conhecer a Amazônia
10/09/2026
