
13/02/2020
A crise hídrica da Cedae permanece causando transtornos à população fluminense. Entre as questões recorrentes, dúvidas de como proceder para melhorar a qualidade da água que chega às torneiras, ainda com forte odor e coloração alterada.
De acordo com o professor do Departamento de Engenharia Sanitária e Meio Ambiente da Uerj (DESMA), Gandhi Giordano, ferver e filtrar a água são soluções simples e seguras. Segundo ele, uma fervura entre cinco a dez minutos acaba com a incidência da geosmina e demais microorganismos. Dando continuidade ao processo de tratamento, o carvão ativado utilizado em filtros de barro ou de parede garante a potabilidade para consumo.
“Essa água pode ser usada para beber, cozinhar, como também lavar copos e talheres. A prática de ferver e filtrar é recomendada em qualquer situação”, afirma Giordano, que ocupa o cargo de docente da Faculdade de Engenharia da Universidade há 37 anos.
Com relação às denúncias de contaminação da água mineral, o professor informa que há muitas marcas idôneas no mercado. Para ele, o ideal é que o consumidor sempre fure as garrafas plásticas para evitar que as mesmas sejam reutilizadas de forma inescrupulosa, bem como adquirir o produto em redes de supermercados e lojas referenciadas. “Para quem quiser saber mais sobre as marcas, há o site Proteste, que frequentemente publica informações confiáveis sobre o assunto”, ressalta.
Fonte: Portal Uerj
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