
25/06/2020
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) retomou ontem o programa de combate ao Aedes aegypti com a soltura de mosquitos incapazes de transmitir dengue, zika e chikungunya.
Levas de 150 insetos seriam soltas ao longo do dia em parte da Zona Norte do Rio. O Bom Dia Rio registrou em Bonsucesso a abertura de um dos tubos de 150 Aedes modificados. Um carro da Fiocruz iria espalhá-los também por Olaria e Ramos.
Em laboratório, Aedes são inoculados com a bactéria Wolbachia, que os impede de transmitir vírus quando picam humanos. Com a soltura, gerações se reproduzem e disseminam a bactéria no ambiente — esse micro-organismo não faz mal para pessoas.
“É uma bactéria muito comum na natureza”, explicou Luciano Moreira, líder do método Wolbachia no Brasil e pesquisador da Fiocruz.
As liberações — paradas há três meses por causa do coronavírus — serão feitas durante 16 semanas, sempre no período da manhã, por meio de um veículo identificado como Saúde Fiocruz.
Luciano voltou a pedir que os cariocas continuem atentos para limpar possíveis criadouros de Aedes. "Queremos menos mosquitos, mas mosquitos com Wolbachia", disse.
A matéria na íntegra pode ser lida no G1
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