
15/06/2021
O lixo nas ruas do Rio está entre as reclamações mais recebidas este ano pela Central 1746, da prefeitura. De janeiro ao início deste mês, foram 11.974 chamados — ou cerca de 75 por dia.
A maioria, 11.125, é de queixas para remoção em rua. Outras 849 ligações pediram limpeza de terrenos baldios.
Na Avenida Ilha das Enxadas, no bairro Bancários, na Ilha do Governador, as pessoas têm de contornar o lixo que ocupou as calçadas e parte da pista. E ainda têm de disputar o espaço com carros e ônibus. O local tem três lixeiras, mas a sujeira transborda.
Em Rocha Miranda, na Zona Norte da cidade, entulho e lixo são acumulados perto do Parque de Madureira. Mas do lado de fora da grade do parque, próximo à estação de trem do bairro.
Em Campo Grande, na Zona Oeste, o entulho toma conta da Estrada do Moinho — nem dá para ver mais a calçada.
Na Rua da Castanha, em Cosmos, na Zona Oeste, o trecho onde deveria estar a calçada está tomado por entulho, galhos podados e madeira. E com a chuva, o material acabou sendo arrastado para a pista também.
Na Rua Salvador Sabaté, em Realengo, também na Zona Oeste, onde deveria ter gente caminhando, tem pilhas de entulho. Os moradores perderam a calçada e têm de andar pela rua. Tem pedaço de madeira abandonada até no meio da pista.
Em Curicica, na Zona Oeste, na Estrada de Curicica, em frente ao número 200 o lixo está acumulado na porta da Escola Municipal Heitor Seixas. A sujeira transborda das lixeiras para a pista e a calçada.
Para saber o que diz a Prefeitura basta acessar o G1
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