
30/11/2021
A Cedae comprou um microscópio de alta precisão capaz de detectar pequenas alterações na água. As análises vão ajudar a prevenir crises de geosmina, que alteram o gosto e o cheiro do produto encanado. O equipamento veio da Alemanha e custou R$ 400 mil.
Nos últimos dois verões, consumidores da Região Metropolitana relataram problemas na água. Os culpados eram a geosmina e o 2-MIB, composto orgânico produzido por algas que se reproduzem no esgoto. A solução foi despejar carvão ativado nos tanques de tratamento.
Daniel Okomura, diretor de Saneamento e Grande Operação da Cedae, explicou que o microscópio permite identificar as cianobactérias de forma mais precisa.
“Com essa identificação, ações podem ser tomadas, como o aumento do bombeamento ou da dosagem do carvão ativado — ou mesmo a que a gente menos espera, a descarga do sistema”, enumerou.
Fonte: g1
Arraia ‘voa’ para fora da água e surpreende banhistas em praia de Niterói; veja vídeo
20/08/2026
MPF dá 30 dias para Cabo Frio limpar Praia Rasa e conter lançamento de esgoto
20/08/2026
Dezenas de jacarés formam ‘muralha’ em praia que surgiu durante seca no Pantanal; VÍDEO
20/08/2026
Brasil tem a 1ª “Área de Patrimônio da Vida Selvagem” terrestre do mundo
20/08/2026
O que diferencia os incêndios florestais do Brasil e os da Europa
20/08/2026
Hesperaloe pode substituir madeira na produção de papel
20/08/2026
