
02/06/2026
Órgãos do governo federal e instituições de pesquisa vão passar a se reunir semanalmente para acompanhar os impactos do El Niño e coordenar ações de prevenção e resposta em todo o país.
Até o momento, representantes do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) realizaram três reuniões técnicas sobre o tema.
Os encontros subsidiam o planejamento das ações federais em articulação com estados, municípios, universidades e organizações da sociedade civil, para mitigar possíveis efeitos do El Niño no Brasil.
As reuniões, que antes ocorriam a cada 45 dias, serão intensificadas diante da previsão de agravamento dos impactos climáticos nos próximos meses. Segundo o governo, desde o início do ano vêm sendo estruturadas medidas integradas para reduzir os efeitos de eventos extremos associados ao fenômeno.
O governo também retomou a Sala de Situação sobre Incêndios Florestais, grupo que reúne 13 ministérios e nove autarquias federais para monitorar cenários críticos e definir respostas emergenciais durante períodos de maior risco.
Segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), o El Niño "já está configurado" e seus efeitos começam a ser observados em diferentes partes do mundo. Países como Estados Unidos, Austrália e nações da Europa já registram impactos associados ao fenômeno, especialmente no aumento das temperaturas.
No Brasil, os reflexos tendem a aparecer de forma gradual e variam de acordo com cada região do país.
A matéria na íntegra pode ser lida no g1
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