
02/08/2018
No próximo domingo, das 10h às 13h, o movimento Baía Viva, em parceria com a Associação de Moradores e Amigos de Tubiacanga e da cooperativa de catadores do Parque Royal, na Portuguesa, realiza nova edição do projeto SOS Praias, Saneamento Já, que propõe conscientizar a população sobre os prejuízos que o escoamento de esgoto indevido e a destinação de lixo na Baía de Guanabara causam ao meio ambiente. O encontro será na Praia de Tubiacanga, no Galeão.
Entre as atividades propostas haverá um abraço simbólico à praia. Serão oferecidas ainda diversas atividades como um mutirão de coleta de lixo acumulado na areia e oficinas de educação ambiental para crianças, além de atrações musicais comandadas por músicos da região.
— Durante o evento divulgaremos dados do monitoramento da balneabilidade das praias da Baía de Guanabara e informações sobra a legislação ambiental a quem se interessar. Também estaremos esperando representantes de órgãos públicos para darem suas posições sobre as medidas a serem tomadas em prol da baía — adianta Sérgio Ricardo, ecologista e membro fundador do movimento Baía Viva. — A praia de Tubiacanga é a que tem a maior concentração de lixo flutuante de toda a baía.
Entre os voluntários participantes da ação estarão membros do projeto Mamíferos Aquáticos, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), que fazem o monitoramento dos botos que vivem na região. Para o evento, o grupo vai apresentar uma miniatura do animal monitorado e apresentar cartazes e folhetos informando o que o cidadão pode fazer ao avistar um espécie aquática em situação de risco. Para promover uma conscientização sobre o descarte correto de lixo, pescadores da região lançarão redes ao mar apresentando a quantidade de plástico acumulado no fundo da água.
A principal motivação para dar sequência ao SOS Praias, Saneamento Já foi a constatação de que as baías de Guanabara e de Sepetiba tiveram um avanço em número de praia consideradas impróprias para banho.
— Fora os fatores prejudiciais à saúde humana e ao meio ambiente, a poluição nessas águas gera um prejuízo econômico de R$ 30 bilhões ao ano, de acordo com pesquisas de economistas e ambientalistas. Isso em áreas como o turismo, a pesca e o lazer — destaca Sérgio Ricardo.
Fonte: O Globo
Colômbia protege 42% da Amazônia contra mineração
17/09/2026
Mais da metade das orquídeas pode estar ameaçada de extinção
17/09/2026
Os periquitos tropicais que se espalharam pela Alemanha
17/09/2026
Clima tirou mais de 171 milhões de crianças da escola, em 2025
17/09/2026
Governo Trump acaba com limite a emissões de carbono de usinas de energia
17/09/2026
Rio Ocean Week debate fontes e soluções para poluição marinha
15/09/2026
